| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Furnariida |
| Superfamília: | Furnarioidea |
| Gray, 1840 | |
| Família: | Furnariidae |
| Gray, 1840 | |
| Subfamília: | Furnariinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | F. leucopus |
O casaca-de-couro-amarelo é uma ave passeriforme da família Furnariidae. É conhecido também como maria-de-barro, oleiro e amassa-barro.
Nome científico: Furnarius leucopus⇒ construtor de fornos dos pés brancos ou construtor de fornos que tem os pés brancos.
Mede de 16,5 a 19 cm de comprimento. Um pouco menor do que o joão-de-barro(Furnarius rufus), possui o mesmo formato de corpo e proporções gerais. Destaca-se pelas cores mais vivas, um marrom avermelhado forte nas costas e peito. No entanto, sua melhor característica é a grande listra branca nos lados da cabeça, além da garganta branca, ambas contrastando com o cinza dominante dessa parte do corpo. Da mesma maneira que o joão-de-barro, o casal faz duetos, em especial pela manhã. O canto é mais acelerado, uma risada longa, aguda, com as notas mais separadas no final, quando lembra o canto da espécie mais conhecida. Diferencia-se do casaca-de-couro-da-lama (Furnarius figulus),por ter as pernas e bico rosados enquanto que naquele são cinzas; em relação à plumagem da cabeça, a diferença é que nele é marrom escura contrastando com as costas marrom avermelhadas enquanto que no Furnarius figulus é marrom avermelhada, da mesma tonalidade das costas e asas.
Alimenta-se pegando insetos diretamente no solo ou procurando-os sob folhas caídas.
Faz um ninho em formato de forno, semelhante ao do joão-de-barro. Põe em torno de 2 ovos.
É muito comum em paisagens abertas - como campos, cerrados, pastagens, áreas agrícolas - e semi-abertas, como capões e florestas de galeria. Vive solitário ou aos pares, andando no chão. Da mesma maneira que o joão-de-barro(Furnarius rufus), o casal faz duetos, em especial pela manhã. O canto é mais acelerado, uma risada longa, aguda, com as notas mais separadas no final, quando lembra o canto da espécie mais conhecida.
Áreas abertas da Região Amazônica (a leste até Santarém, no Pará), Mato Grosso, Goiás, Região Nordeste e Minas Gerais. Encontrado também na Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.